25/04/2008
23/04/2008
MAIS EUROPA , menos Portugal ?!
As coisas hão-de mudar ! Milhões de portugueses mal pagos e 10 % de cidadãos no limiar da pobreza rezam ao senhor dos aflitos . Serão tempos de mascaras e aparências ?
…)de nação soberana à condição inevitável de servidores dos grandes senhores,
haverá sempre uma realidade que nos interpela!
MAIS **** MENOS


Bruxelas, 18 de Julho de 2003
(OR. fr)
CONV 850/03 "Tratado constitucional "
CONV 820/1/03 REV 1; CONV 847/03, CONV 848/03
Assunto: Projecto de Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa
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E o que mudou ???? _ Nestes quase 5 anos ?????
Tratados não deveriam abrir caminho à adopção de um texto constitucional. Os trabalhos da
Convenção vieram de facto a resultar na elaboração de um projecto de Tratado que estabelece uma Constituição para a Europa, tendo o texto recolhido um amplo consenso na sessão plenária
de 13 de Junho de 2003.
21/04/2008
Comemorar, recordar e festejar Abril
Comemorar Abril, é recordar os Jovens Capitães e os seus homens naquela madrugada em que muitos sentiram pela primeira vez o ar fresco da liberdade. É recordar os milhares de homens e mulheres de todas as idades a invadir de alegria as ruas de Norte a Sul. É recordar cada minuto, cada hora, cada dia que se seguiram.
Recordar Abril, é recordar as canções do Zeca Afonso ou do Adriano Correia de Oliveira ou os poemas de Ary dos Santos e Manuel da Fonseca( entre muitos outros ) . É recordar o fim da censura, o direito de reunião, de manifestação e de livre associação.
Festejar Abril, é viver o pluripartidarismo, o direito a voto e as eleições de todos os órgãos políticos, como pilares da democracia representativa e a participação de milhares de cidadãos ligados ao movimento associativo popular que contribuíram e contribuem com a sua experiência de democracia associativa, particularmente no Poder Local Democrático. É ver consagrado na Constituição da República, um Estado com preocupações sociais na saúde, no ensino, na justiça, na segurança social - uma sociedade solidária - mas também uma economia mista onde há lugar à iniciativa privada, ao cooperativismo, à economia do Estado como garante dos bens públicos e regulador da economia. (…)Extrato c_MAP
ABRIL, por gente mil
Vinte e cinco de ABRIL,
fez-se alvorada!
Num ímpeto se levantaram fardas.
Soldados, Capitães e outros mais
vieram de espingardas,
com balas contra os tais
as armas não usaram.
Era manhã, cravos as decoraram
em massa imensa
O amanhecer chegou
ultrapassando crises e atormenta
Não vacilara o Povo, generoso,
Úbere, impetuoso.
…Gente num passado pereceu
Aqui, aquém e Além-mar.
noutros tempos de breu,
Ligações -Revolução dos CRAVOS
"Franceses, abram os olhos!"
O controverso aproveitamento político dos Jogos Olímpicos
Chineses manifestam-se em Paris em apoio às Olimpíadas de Pequim
A comunidade chinesa de França saiu da sua lendária reserva e manifestou-se no dia 20 de Abril –Domingo contra as ameaças de boicote aos Jogos Olímpicos e as criticas ao regime chinês. Enquanto que na China , desenvolve-se uma campanha pelo boicote aos produtos franceses.
14/04/2008
OLHAI SÓ QUE MARAVILHA !
Eis aqui um programa de
cinco Anos para resolver
o problema da falta de
autoconfiança do
brasileiro na sua
capacidade gramatical
e ortográfica.
No primeiro ano, o "Ç" vai substituir
o "S“ e o "C" sibilantes, e o "Z"
o "S“ suave.
Peçoas que açeçam a internet com
freqüênçia vão adorar, prinçipalmente
os adoleçentes. O "C" duro e o "QU“
em que o "U" não é pronunçiado çerão
trokados pelo "K", já ke o çom é
ekivalente.
No segundo ano
Haverá um aumento do entuziasmo por
parte do públiko no çegundo ano,
kuando o problemátiko "H" mudo e
todos os acentos, inkluzive o til,
seraum eliminados.
O "CH" çera çimplifikado para "X“
e o "LH" pra "LI" ke da no mesmo
e e mais façil..
No terceiro Ano
No terçeiro ano, a açeitaçaum publika
da nova ortografia devera atinjir o
estajio em ke mudanças mais
komplikadas serão poçiveis. O governo
vai enkorajar a remoçaum de letras
dobradas que alem de desneçeçarias
çempre foraum um problema terivel
para as peçoas, que akabam fikando
kom teror de soletrar..
No quarto ano
No kuarto ano todas as peçoas já
çeraum reçeptivas a koizas komo a
eliminaçaum do plural nos adjetivo e
nos substantivo e a unificaçaum do
U nas palavra toda ke termina kom
L como fuziu xakau ou kriminau ja ke
afinau a jente fala tudo iguau e açim
fika mais faciu.
No quinto ano
No kinto ano akaba a ipokrizia de
çe kolokar R no finau dakelas palavra
no infinitivo ja ke ningem fala mesmo
e tambem U ou I no meio das
palavra ke ningem pronunçia komo
por exemplo roba toca e enjenhero
Naum vai te mais problema ningem
vai te mais eça barera pra çua
açençaum çoçiau e çegurança
pçikolojika todu mundu vai iskreve
sempri çertu i çi intende muitu
melio i di forma mais façiu
e finaumenti todu mundu no Braziu e vai çabe
iskreve direitu ate us jornalista us
publiçitario us blogeru us advogado
us iskrito i ate us pulitiko i u
prezidenti.
Olia ço ki maravilia!
"Slide do IVO"
12/04/2008
Com diálogo tudo é possível
Após uma reunião de (7) sete horas, Ministério e Sindicatos chegaram esta madrugada a um entendimento -- de "aproximação" entre as duas partes -- que permite avançar com a avaliação de desempenho baseada em quatro parâmetros, aplicados de igual forma em todas as escolas.
10/04/2008
NERSANT Apoia a EDUCAÇÂO
…) A ministra da Educação preside, sexta-feira à tarde(dia 11), à assinatura de um protocolo com a Nersant para implementação dos projectos de incentivo ao empreendedorismo no ensino básico, EmpCriança, e no ensino secundário, EmpreEscola.
O EmpCriança vai ser desenvolvido, no próximo ano lectivo, em 15 turmas do quarto ano de escolas do primeiro ciclo de 15 concelhos do distrito de Santarém, inserido nas Actividades de Enriquecimento Curricular, com materiais que estão a ser preparados pela Escola Superior de Educação de Santarém.
O EmpreEscola, também a desenvolver enquanto projecto-piloto no próximo ano lectivo, vai permitir que equipas de alunos do ensino secundário criem uma empresa que irá funcionar junto da comunidade, sem, contudo, poder concorrer com quem está no mercado.
"O objectivo é desenvolver o espírito empreendedor, não só na vertente da criação de empresas, mas também no desenvolvimento de capacidades, como criatividade, espírito crítico e autonomia, tão importantes num trabalhador por conta de outrém", disse à Lusa Pedro Félix, director do Departamento de Apoio Técnico e Desenvolvimento Regional da Nersant.
Fonte: Lusa/sol
É de louvar este tipo de iniciativas por parte das Associações Empresariais, quando o momento de crispação entre sindicatos e ministério da educação vem sendo moderado.
Auguramos bons resultados nesta parceria.
08/04/2008
Tocha Olímpica apagada em PARIS
Em protesto contra a repressão chinesa no Tibete- foi apagada a chama olímpica em passagem pela capital francesa.
Activistas de varias organizações propunham-se atirar ao Sena a tocha olímpica em sinal de boicote aos jogos olímpicos que na China vão ser realizados .
Os incidentes obrigaram a organização da passagem da tocha por Paris a mudar o itinerário com a chama a ir directamente de autocarro da Assembleia Nacional francesa até ao Estádio Charléty.
A tocha olímpica percorreu ruas e avenidas de Paris apoiada por mais de 3000 Policias.
Os jogos olímpicos como símbolo de paz e harmonia entre os povos através do desporto são este ano organizados pela R P China, um pais que mantem o governo tibetano no exílio.O governo tibetano no exílio afirma que a China matou pelo menos 150 pessoas para esmagar os protestos no Tibet à poucos dias.
06/04/2008
QUEDARÁ DE TU SER LO QUE HAS GANADO…
- Quedará de tu ser lo que has ganado
a multitud de amor frente a la noche.
No hay espacio vital para el reproche
aunque se pierda el sol de lo allegado.
Cuando el camino ha sido transitado
Con pie de abismo a flor, sin un derroche,
queda la esencia de la luz de anoche.
Vuelve a su ser el ser de lo logrado.
Y florece el espacio, el tiempo cede,
vive en la eternidad del que te nombra
y que al nacer de ti forja su estrella.
No ves que el hombre tonto que te agrede
no se resuelve en luz, queda en la sombra
y al fin crece y renace de tu huella.- - Carlos Galindo Lena
Um poeta que um dia referindo-se ao seu pais, disse:-
“La historia hay que vivirla profundamente, porque si no queda atrás.La historia, eres muy peligrosa». Pero hay enigmas en el aire. Y sólo los poetas podemos responder los enigmas de la historia”.
05/04/2008
UM Rombo_( INTERESSES PRIVADOS em Vícios Públicos )
então uma concessão não consumada que prejuízos provoca ??
Os tribunais em Portugal funcionam no interesse de quem ???
Isentos ???
LER o artigo de o TORREJANO
Confusões com antiga pedreira
custam 80 mil contos à Câmara
O processo data de 1993, com um pedido de mudança, de um local para outro, da exploração da pedreira "João Fernandes, Lda". Após grande confusão sobre as áreas em questão e na sequência de um abaixo-assinado contra a renovação do alvará, a Câmara rescindiu em 1994 o contrato de concessão da pedreira. O assunto seguiu para tribunal, com a empresa a pedir 200 mil contos de indemnização. A Câmara concordou agora pagar 80 mil. Passaram-se mais de 15 anos.
A história começa, na verdade, em 1988, quando a Câmara de Torres Novas, de maioria PSD, concedeu à firma José Fernandes Lda um alvará para exploração de pedreira, na Serra de Aire, com uma área de 21.800m2.
Em 23 de Junho de 1993 seria assinado um novo contrato, em que a Câmara autorizava a empresa, a pedido desta, a mudar o local da exploração da pedreira para o Chão da Serra, freguesia de Chancelaria, em área de reserva ecológica nacional. O texto desse contrato confirmava a decisão da Câmara que "manteve a adjudicação no Chão da Serra, com a área de 10.000m2 para exploração e 5.000m2 para armazenamento". Estava-se no último ano da gestão de Arnaldo Santos.
Em 4 de Maio de 1994, já com António Rodrigues ao leme da autarquia, é celebrado segundo contrato para rectificação do anterior. Tudo fica na mesma, à excepção de um pormenor: a área de concessão não é de 10.000m2, mas de 98.000m2, algo como 14 campos de futebol, numa zona de grande riqueza paisagística de onde seriam arrancadas centenas de oliveiras, num dos mais belos troços de paisagem do concelho de Torres Novas, classificado como reserva ecológica. A um preço anual ridículo a pagar à Câmara (120 contos).
Na altura, 1994, chegou-se à conclusão, estranha, de que na redacção da primeira versão do contrato tinha havido uma confusão de áreas. Alguém se enganou entre 10.000m2 e 98.000m2, mas não se explicou quem. Um dirigente ambientalista local disse então ao JT que, "como se tratava de uma pedreira, alguém queria atirar areia para os olhos de toda a gente".
A estranheza que envolveu todo o processo, o abaixo-assinado da população contra a renovação do alvará da pedreira, por razões ecológicas, e a oposição de Henrique Reis, presidente da Junta de Chancelaria, levariam o referido processo a um desfecho lógico. Na reunião pública de 6 de Junho de 1994, por proposta do vereador Carlos Tomé, a Câmara deliberava rescindir o contrato de concessão da pedreira, revogando a deliberação desse ano. Ao abrigo do DL 89/90, a firma teria perdido automaticamente o direito à concessão, dado que ainda não tinha iniciado quaisquer trabalhos de exploração. Aliás, já em 1993 António Canais, o vereador comunista de então, tinha levantado também a questão de a firma, ao estar a pedir outro sítio para local da exploração, ter de proceder à recuperação paisagística do que iria deixar, coisa que ficou sem resposta.
De então para cá o assunto sobreviveu nos tribunais durante 15 anos. A firma "João Fernandes, Lda" não se conformou com a rescisão do contrato de exploração e, já nas últimas posições do contencioso, exigia à Câmara um milhão de euros de indemnização. A Câmara contrapunha com 400 mil euros (80 mil contos), como forma de dar um fim ao processo. Foi isso que aconteceu na reunião de terça-feira passada, 1 de Abril: por decisão unânime da Câmara, o município de Torres Novas vai pagar 80 mil contos a uma empresa que tencionava explorar recursos naturais públicos em paisagem protegida, ao abrigo de uma decisão da Câmara social-democrata.
Tal como há 15 anos, pergunta-se quem de boa-fé, na redacção de um contrato desta natureza, confundiria levianamente 10.000m2 com 98.000m2. Fica também por saber por que não houve um inquérito que apurasse a autoria da alegada confusão de áreas. Como resultado destas e outras perguntas sem resposta, permanece automaticamente a estranheza sobre como decorreu todo o processo e, pelo menos, a ligeireza com que foram tratados alguns dos seus trâmites fundamentais.
Para a história e o bolso dos contribuintes, ficam 80 mil contos a pagar a uma empresa de pedreiras. A beleza do enorme olival que se pode ver, à esquerda, quando se desce do Bairro, a caminho do Pafarrão, vale certamente os 80 mil contos. Mas o rombo aos dinheiros públicos poderia ter sido evitado.
http://www.jornaltorrejano.pt/ Inês Vidal



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