Encontrou-se a família MOITA, entre elementos
da segunda à quarta geração com um menor número de convivas dos anos anteriores.
Também nós apresentamos as alterações na unidade de grupo. Da primeira geração
honramos a memória, da quinta, que em 2011 esteve presente auguramos que o
esteja em 2013. A diáspora,
os altos e baixos que o mundo comporta tendo como exemplo (valorizar o privado e a ordem do individual, eliminando
o social e o comum) criam ausências nas famílias. Há propostas para o encontro dos 40 anos e até dos 50
anos de futuros convívios … a chama continua acesa e terá transportadores (as).
Passos
& Portas andam a dividir os Portugueses entre trabalhadores
públicos e os privados, e põem assim trabalhadores e aposentados a
discutir entre si, enquanto eles dividem o saque; Dividem para
reinar....Muito politico dos partidos destes senhores , auferem lucros
das Parcerias Publico Privadas, e são estes negócios de parcerias a
causa da crise e do desvio económico em que Portugal esta atolado . O
senhor presidente da república , continua a assobiar para o lado ! A
Constituição da República não está a ser cumprida .
**** TRIBUNAL CONSTITUCIONAL ****
Acórdão n.º 353/12 Processo n.º 40/12 Relator: Conselheiro João Cura Mariano
Na sessão plenária de 5 de Julho, o Tribunal Constitucional aprovou o
Acórdão nº 353/12 que julgou o pedido de declaração de
inconstitucionalidade das normas constantes dos artigos 21.º e 25.º da
Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro (Lei do Orçamento de Estado para
2012).
Pelas referidas normas foi suspenso o pagamento dos
subsídios de férias e de Natal, ou de quaisquer prestações
correspondentes aos 13.º e, ou, 14.º meses, quer para pessoas que
auferem remunerações salariais de entidades públicas, quer para pessoas
que auferem pensões de reforma ou aposentação através do sistema público
de segu-rança social, durante os anos de 2012, 2013 e 2014. O
Tribunal verificou que esta medida se traduzia numa imposição de um
sacrifício adicional que não tinha equivalente para a generalidade dos
outros cidadãos que auferem rendimentos provenientes de outras fontes,
tendo concluído que a diferença de tratamento era de tal modo acentuada e
significativa que as razões de eficácia na prossecução do objectivo de
redução do défice público que fundamentavam tal opção não tinham uma
valia suficiente para a justificar.
Por isso entendeu que esse
diferente tratamento a quem aufere remunerações e pensões por verbas
públicas ultrapassava os limites da proibição do excesso em termos de
igualdade proporcional.
Apesar da Constituição não poder ficar
alheia à realidade económica e financeira, sobretudo em situações de
graves dificuldades, ela possui uma específica autonomia normativa que
impede que os objectivos económico-financeiros prevaleçam, sem qualquer
limites, sobre parâmetros como o da igualdade, que a Constituição
defende e deve fazer cumprir.
Por estas razões, o Tribunal
concluiu que a dimensão da desigualdade de tratamento que resultava das
normas sob fiscalização, ao revelar-se manifestamente desproporcionada
perante as razões que a fundamentavam, se traduzia numa violação do
princípio da igualdade, consagrado no artigo 13.º, da Constituição, pelo
que declarou inconstitucionais as normas constantes dos artigos 21.º e
25.º, da Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro (Lei do Orçamento de
Estado para 2012).
Atendendo a que a execução orçamental de
2012 já se encontra em curso avançado, o Tribunal reconheceu que as
consequências desta declaração de inconstitucionalidade, poderiam
colocar em risco o cumprimento da meta do défice público imposta nos
memorandos que condicionam a concretização dos empréstimos faseados
acordados com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, pelo
que restringiu os efeitos da declaração de inconstitucionalidade, nos
termos permitidos pelo artigo 282.º, n.º 4, da Constituição, não os
aplicando à suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal,
ou quaisquer prestações correspondentes aos 13.º e, ou, 14.º meses,
relativos ao ano de 2012.
A decisão foi tomada por maioria.
Votaram a declaração de inconstitucionalidade o Conselheiro relator,
João Cura Mariano, e os Conselheiros Ana Guerra Martins, Catarina
Sarmento e Castro, Joaquim Sousa Ribeiro, Carlos Pamplona de Oliveira,
José Cunha Barbosa, Maria João Antunes, Carlos Fernandes Cadilha e o
Conselheiro Vice-Presidente, Gil Galvão; votaram vencidos os
Conselheiros Vitor Gomes, Maria Lúcia Amaral e o Conselheiro Presidente,
Rui Manuel Moura Ramos. Votaram a restrição de efeitos desta declaração
o Conselheiro relator, João Cura Mariano, e os Conselheiros Ana Guerra
Martins, Joaquim Sousa Ribeiro, Vitor Gomes, Maria Lúcia Amaral, Maria
João Antunes, Carlos Fernandes Cadilha, o Conselheiro Vice-Presidente
Gil Galvão e o Conselheiro Presidente Rui Manuel Moura Ramos; ficaram
vencidos quanto a este ponto os Conselheiros Catarina Sarmento e Castro,
Carlos Pamplona de Oliveira e José Cunha Barbosa.
Ninguém julga banqueiros nem regulamenta o sistema bancário nem e os desmandos que este criou !
Há quase um milhão de desempregados e outros tantos com emprego precário e sem futuro .
Do dia 10 de Junho registo este discurso do prof. Sampaio da Nóvoa-clique para ver e ouvir . Resumo :
"As palavras
não mudam a realidade. Mas ajudam-nos a pensar, a conversar, a tomar
consciência. E a consciência, essa sim, pode mudar a realidade.
As minhas primeiras
palavras são, por inteiro, para os portugueses que vivem situações de
dificuldade e de pobreza, de desemprego, que vivem hoje pior do que viviam
ontem.
É neles que penso
neste 10 de Junho.
A regra de ouro de
qualquer contrato social é a defesa dos mais desprotegidos. Penso nos outros,
logo existo (José Gomes Ferreira).É o
compromisso com os outros, com o bem de todos, que nos torna humanos. (...)
A arrogância do
pensamento inevitável é o contrário da Liberdade. E nestes estranhos dias, dias
duros e difíceis, podemos prescindir de tudo, mas não podemos prescindir da
Liberdade nem do futuro. (...)
O futuro , minhas senhoras e meus senhores,
está no reforço da sociedade e na valorização do conhecimento .
Há a liberdade de
falar e há liberdade de viver, mas esta só existe quando se dá às pessoas a sua
irreversível dignidade social (Miguel
Torga)..Gostaria de recordar perante vós o célebre discurso de
(Franklin Roosevelt) proferido num tempo
ainda mais difícil do que o nosso em 1941.
Diz Roosevelt
:- A democracia funda-se em coisas
básicas e simples : Igualdade de oportunidades, emprego para os que podem
trabalhar, segurança par os que dela necessitam. Fim dos privilégios para
poucos, preservação das liberdades para todos .Os sacrifícios têm de basear-se
numa forte consciência do social. Numa forte consciência do interesse
colectivo. Uma consciência que muitas vezes fomos perdendo na vertigem do
económico. Pior ainda fomos perdendo para interesses e grupos sem controlo que
concentram a riqueza no mundo e tomam
decisões á margem de qualquer principio ético ou democrático (...)
Em mar de águas
revoltas, é preciso manter o rumo, ter a sabedoria de separar o acessório do
fundamental. A Europa não é uma opção, é a nossa condição. Uma Europa com uma
nova divisa: liberdade, diversidade, solidariedade.
A Europa é o nosso
futuro, mas não nos iludamos. Ou nos salvamos a nós, ou ninguém nos salva (Manuel
Laranjeira). (...)
Pelo Tejo fomos
para o mundo...mas quantas vezes estivemos ausentes dentro de nós? Preferimos a
índia remota, incerta, além dos mares, ao bocado de terra em que nascemos (Teixeira de Pascoais). (...)
O heroísmo a que
somos chamados e, hoje, o heroísmo das coisas básicas e simples -
oportunidades, emprego, segurança, liberdade. O heroísmo de um país normal,
assente no trabalho e no ensino.
Parece pouco, mas é
muito, o muito que nos tem faltado ao longo da história. (...)
Existe
conhecimento. Existe ciência. Existe tecnologia. Mas não estamos a conseguir
aproveitar este potencial para transformar as nossas instituições e empresas,
para integrar uma geração qualificada que, assim, se vê empurrada para a
precariedade e para o desemprego. (...)
Lisboa é dos
poetas. Em Abril, a poesia esteve na rua e fez-nos emergir da noite e do
silêncio. A poesia volta sempre à rua, através desta língua que é a nossa mátria, desta língua que nos permite
estar connosco e com os outros, nas comunidades que nos multiplicaram pelo
mundo e nos países que são parte de nós.
25
anos depois, não esqueço José Afonso: Enquanto há força, cantai rapazes, dançai
raparigas seremos muitos seremos alguém, cantai também.
Cantemos todos por um país solidário. Por um país que assegura o direito
às coisas básicas e
simples.Por um país que se transforma a partir do conhecimento.
Não podemos ser ingénuos. Mas denunciar
as ingenuidades não significa pôr de lado uma vida limpa e de um tempo justo (Sofia)."
António Nóvoa
A marcar o tempo e o calendário desloquei-me à vila raiana de Monção para assistir aos festejos de Corpo de Deus . Um dia santo, que por negociatas fiduciárias vai ser extinto .
A supressão de feriados e dias santos é um atentado cultural , etnográfico e antropológico que o actual governo está a fazer !
PORTUGAL encontra-se em recessão histórico - cultural , ainda há quem imbecilmente considere este regime uma democracia !
Entre os dias 21 e 22 de Abril , O Coral Calçada Romana, Fez Concertos em Maimona e Aceuchel - Localidades de ALMENDRALEJO .
Concerto No Teatro - Cine de Maimona
Integrada na digressão, esteve uma visita a Olivença, uma localidade fronteiriça que deveria ser administrada por Portugal mas que a vizinha Espanha mantém em seu poder como potência ocupante ...
No dia 31 de Março, as ruas de Lisboa encheram-se de gente para dizer que as Colectividades e as Juntas de Freguesia , são dois poderes locais a respeitar e valorizar .
" IL RISORTO ", ( O ressuscitado)- Um musical rock livremente adaptado subiu ao Palco do Teatro Virgínia na noite de sábado . Parabéns ao "Grupo de Jovens da Paróquia do Pedrogão por tão excelente espectáculo. O Voluntariado e o prazer cultural em prol da comunidade estão para além de todas as crises. Viva a CULTURA!
"Trocaram a sabedoria grega pelos da banda de lá e a ocidente muito de mal te fará "
Não sei quantas almas tenho
(Fernando Pessoa)
Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é,
Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu. Cada meu sonho ou desejo É do que nasce e não meu. Sou minha própria paisagem; Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só, Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo Como páginas, meu ser. O que segue não prevendo, O que passou a esquecer. Noto à margem do que li O que julguei que senti. Releio e digo : "Fui eu ?" Deus sabe, porque o escreveu.
(…)
15 SIGNIFICADOS
Amizadeé quando Tu mais do que estares para ti próprio te disponibilizaspara os outros.
Ousadiaé quando a coragem diz para o coração: “Vái!”e ele vai mesmo.
Sorteé quando a competência Seencontra com a oportunidade.
ucessoé quando Tu fazes o que sempre fizeste,só que todos à tua volta se aperceberam.
Desilusãoé quando em teu coração anoitece, contra a vontade do dia.
Ausênciaé uma falta que fica ali presente.
Sorrisoé a manifestação dos lábiosquando os olhos encontramo que o coração procura.
Indecisãoé quando sabes muito bem o que queres, mas achas que devias querer outra coisa.
Beijoé um procedimento inteligentemente desenvolvido para a interrupção mútua da fala quando as palavras tornam-se desnecessárias.
Saudadeé quando o momento tenta fugir da lembrançapara acontecer de novo enão consegue.
Lágrimaé um sumo que sai dos olhos, quando se espreme o coração
Excitaçãoé quando os beijos estão desatinadospra sair da tua boca depressa.
Paixãoé quando apesar da palavra “perigo” o desejo vai e entra.
Vergonhaé um pano pretoque procuraspara te cobrir naquele momento.
A Várzea, é terra de abundância regada na fertilidade de múltiplos e variados trabalhos "Os Campos, podem ser de alguns, de um, de muitos ou de todos" Façamos partilha em todos os Campos.
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APRESENTAÇÃO
Nos primórdios da sua existência, a Várzea estendia-se da foz da Ribeira do Alvorão até às Ferrarias, reorganização orográfica do espaço modificou-lhe os contornos sem que para o efeito (ao que se sabe) fosse feito qualquer estudo de impacte ambiental. A várzea foi invadida por unidades industriais, atravessada por estradas e uma auto-estrada, sofreu aterros vários por motivo de interesses inconfessáveis.
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