Francisco Canais Rocha
Nasceu
Francisco Canais Rocha
Nasceu
Para os que pensam que tudo está feito e que a economia, esteja ou não em crise, não suporta alterações capazes de viabilizar maior justiça social, fica o exemplo da Câmara Municipal da Vidigueira que decidiu subir de escalão os 40 trabalhadores que, ao seu serviço, auferiam o salário mínimo nacional... demagogia? Não, de todo!... porque, para não desequilibrar as contas do Município, a instituição reduziu em 10% o salário de todo o Executivo, incluindo o do seu Presidente. Notável!... pela coragem política, a honestidade solidária e a inteligência de gestão da economia social.
Copiei aqui :-
Esta foto foi tirada em 1918.
São 18.000 homens preparando-se para a guerra num acampamento de treinos
Dados da Foto
● Base de Ombro:
● Braço Direito:
● Parte mais larga do braço segurando tocha: 12
● Polegar direito:
● Parte mais espessa do corpo:
● Mão esquerda comprimento:
● Face:
● Nariz:
● Longest Spike pedaço de cabeça:
● Tocha e chama combinado:
● Número de homens na chama da tocha: 12.000
● Número de homens na tocha: 2.800
● Número de homens no braço direito: 1.200
● Número de homens no corpo, cabeça e equilíbrio da figura apenas: 2.000
Total de homens: 18.000
Aos Poetas
As humanas cigarras!
Nós,
Desde os tempos de Esopo conhecidos.
Nós,
Preguiçosos insectos perseguidos.
Somos nós os ridículos comparsas
Da fábula burguesa da formiga.
Nós, a tribo faminta de ciganos
Que se abriga
Ao luar.
Nós, que nunca passamos
A passar!...
Somos nós, e só nós podemos ter
Asas sonoras,
Asas que em certas horas
Palpitam,
Asas que morrem, mas que ressuscitam
Da sepultura!
E que da planura
Da seara
Erguem a um campo de maior altura
A mão que só altura semeara.
Por isso a vós, Poetas, eu levanto
A taça fraternal deste meu canto,
E bebo em vossa honra o doce vinho
Da amizade e da paz!
Vinho que não é meu,
mas sim do mosto que a beleza traz!
E vos digo e conjuro que canteis!
Que sejais menestreis
De uma gesta de amor universal!
Duma epopeia que não tenha reis,
Mas homens de tamanho natural!
Homens de toda a terra sem fronteiras!
De todos os feitios e maneiras,
Da cor que o sol lhes deu à flor da pele!
Crias de Adão e Eva verdadeiras!
Homens da torre de Babel!
Homens do dia a dia
Que levantem paredes de ilusão!
Homens de pés no chão,
Que se calcem de sonho e de poesia
Pela graça infantil da vossa mão!
De tanto olhar o sol, /queimei os olhos, /De tanto amar a vida enlouqueci. /Agora sou no mundo esta negrura. /À procura /Da luz e do juízo que perdi.
Miguel Torga
Amanhã dia 17, teremos decorridos 15 anos de memória de Miguel Torga ...Um poeta que marca a minha geração... J/cV
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Pode ser que alguns não estejam contabilizados por terem sido feitos acidentalmente em carros de amigos, familiares e instituições, mas ao volante de :-
Opel rekord olimpia ;
Citroen 2 Cv;
Fiat 850;
Ford Transit MK1 ,
Fiat 1200;
Fiat 127-
Toyota Hiace 9 Lugares;
Peugeot 206;
Fiat Uno 1.1 e Suzuki Maruti . ultrapacei o Milhão e meio de quilómetros.
Para comemorar de forma simples e a sós, abri uma garrafa de Dão, adega de Mangualde de
E assim, após um milhão e meio percorrido, com 2 acidentes de menor monta. Um despiste a 90 Kmh e um choque traseiro por falta de atenção. Somo também duas coimas – uma de excesso de velocidade em limite urbano e uma de estacionamento.

"Não há ninguém sem defeitos: o melhor é o que menos tem."
Horácio: Poeta Romano
· Enviaram-me por e - mail
DISCURSO DO EMBAIXADOR MEXICANO
· Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.
· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calado um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.
· Eis o discurso:
· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de
· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.
· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.
· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
· Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.
· No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
a)· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
· Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
· Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."
· Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
J/cV
Chama-se Acordo de Copenhaga, foi anunciado pelos EUA.
Debaixo de baixas temperaturas e nevões desregulados discutiu-se em Copenhaga o aquecimento global. Era de esperar um acordo e o acordo anunciado pelos EUA, diz-nos que haverá 20 mil milhões de euros para ajudar os países mais vulneráveis a adaptarem-se aos impactos do desregulamento climático.
O priorado do ambientalismo anda preocupado ….
Os asiáticos os africanos e os sul americanos não devem desenvolver industrias nos seus países para não desequilibrar a atmosfera dos norte americanos, japoneses, russos , europeus e outros poluidores do passado …
Então o problema do aquecimento global resolve-se deitando - lhe milhões de euros ( papel moeda ) para Cima ?
Alguém explique a atrofia que origina tantos cérebros de discutível qualidade...






