20/12/2009

Reflexão Natalicia

"Não há ninguém sem defeitos: o melhor é o que menos tem."

Horácio: Poeta Romano

· Enviaram-me por e - mail

DISCURSO DO EMBAIXADOR MEXICANO

· Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calado um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto.


· Eis o discurso:


· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.

· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!

· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.

· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.

· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.

· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?

· Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo.

· No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.

a)· Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.

· Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.

· Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?

· Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.

· Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."

· Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.

J/cV

Alterações climáticas: Fundamentalismos


Desfecho da " Cimeira" em Copenhaga

Chama-se Acordo de Copenhaga, foi anunciado pelos EUA.
Debaixo de baixas temperaturas e nevões desregulados discutiu-se em Copenhaga o aquecimento global. Era de esperar um acordo e
o acordo anunciado pelos EUA, diz-nos que haverá 20 mil milhões de euros para ajudar os países mais vulneráveis a adaptarem-se aos impactos do desregulamento climático.

O priorado do ambientalismo anda preocupado ….

Os asiáticos os africanos e os sul americanos não devem desenvolver industrias nos seus países para não desequilibrar a atmosfera dos norte americanos, japoneses, russos , europeus e outros poluidores do passado …

Então o problema do aquecimento global resolve-se deitando - lhe milhões de euros ( papel moeda ) para Cima ?

Alguém explique a atrofia que origina tantos cérebros de discutível qualidade...

10/12/2009

Anúncio de NATAL








Desemprego mais que muito;

Várias empresas comerciais sem volume de vendas.

Na retoma económica poucos sinais de esperança .

Maior número de famílias empobrecidas....

Maior numero de jovem licenciados sem esperança de trabalho ...

NESTE NATAL 2009, façamos por não ter apenas o amargo do Limão e permitamo -nos algum doce da Laranja ...



...com esperança fiquemos com imagem da Várzea ...



FELIZ NATAL
PRÓSPERO ANO NOVO !
















Nota de rodapé
Como hoje é um dia especial vou acender uma vela pelos Direitos Humanos ...não sei se resolve ...mas sempre será mais uma luz que ilumina...
J/cV

07/12/2009

OBRAS Novas em Torres Novas


Hoje, 7 de Dezembro vimos obra no Almonda Parque e derrocada nas imediações do Castelo, ali bem perto do Jardim Árabe...


Para o inverno todos os cuidados deverão ser redobrados ...
O pensar e executar obra , também...

01/12/2009

Evento Comercial no NERSANT



A várzea está animada…




No NERSANT decorre até 1 de Dezembro um certame comercial de quatro em UM :

Trata-se da Feira dos Stockes , Festival do Arroz Doce , Feira do Livro e Festa da Sopa. Um circo no exterior completa o cenário.

Bons negócios e boa companhia !

Dezembro - Mês da Fraternidade



O Mês de Dezembro é mês de Natal , é um mês frio em que o calor humano muito acontece e mais se faz na procura...

Os adultos organizam encontros...

Mas a grande festa, é das crianças...

29/11/2009

Europa a 27 - Tratado de LISBOA



Na próxima terça-feira , entra em vigor o Tratado de Lisboa.

Agora é , trabalhar a 27 estados afinados pelo mesmo diapasão ...
"Com vontade política pode-se reforça a capacidade da União Europeia"
Recuperar a economia, reduzir o desemprego, melhorar a segurança, a justiça e a solidariedade.

Haja esperança...

J/cV

25/11/2009


Primeiro Ministro inaugura MARL ENERGIA, em Loures
A maior Central Fotovoltaica do mundo em zona urbana

O Primeiro-Ministro, Eng. José Sócrates, presidiu esta Terça-feira à cerimónia de inauguração oficial da central fotovoltaica do MARL, a maior central Fotovoltaica do mundo em zona urbana, localizada nos terrenos e telhados do Mercado Abastecedor da Região de Lisboa, em Loures.
"Reforçar a nossa autonomia estratégica dos combustíveis fosseis é absolutamente essencial. A única alternativa é a aposta nas energias que têm como base os recursos nacionais, as renováveis" disse José Sócrates, acrescentando que esta central fotovoltaica fica como símbolo de um país que há alguns anos fez uma escolha e optou pela energia renovável como forma de combater o endividamento externo e alterar o panorama energético nacional, uma vez que "metade desse endividamento diz respeito à factura energética e ao petróleo".Acompanhado pelos seus Secretários de Estado, Fernando Serrasqueiro e Carlos Zorrinho, o ministro da Economia, Vieira da Silva, defendeu a necessidade de Portugal estar presente em todas as etapas da investigação e desenvolvimento tecnológico na área das energias renováveis. "Estamos a viver uma autêntica revolução e não podemos ficar à espera que apareça a última palavra neste domínio para começarmos a avançar".
Ângelo Correia, presidente da Fomentinvest SGPS, principal accionista da empresa que organizou o consórcio responsável pelos 31 milhões de euros de investimento privado nesta Central Solar Fotovoltaica, disse: “estamos dispostos a manter a liderança nesta área simbólica das energias renováveis” e tendo projectos em vários países para além de Portugal, reconheceu que José Sócrates sempre apostou nesta área de inovação tecnológica e ambiental. A obra será paga em 10 anos e Ângelo Correia elogiou ainda a capacidade da Efacec pelas soluções encontradas em obra, que permitiram pôr a central a funcionar com meses de antecipação, relativamente ao inicialmente previsto.Nas palavras do anfitrião da cerimónia, Rui Serôdio, presidente da SIMAB, SA (gestora e accionista de vários Mercados Abastecedores em Portugal, incluindo o MARL) “este projecto é o mais significativo e o mais visível da estratégia de gestão que estamos a desenvolver e que é complementar à nossa actividade principal que é a operação dos mercados hortofrutícolas, de pescado e de flores”. Deu este como exemplo de “uma parceria exemplar entre uma empresa pública e uma privada”, a MARL, SA que desenvolveu “um projecto, que à partida parecia impossível” e o vendeu à Fomentinvest, que teve a capacidade de o transformar numa realidade.Para além da venda da licença de exploração durante 25 anos à Fomentinvest, o MARL recebe ainda uma renda pelo aluguer do espaço onde está instalada a central, que é equivalente a 30% da sua factura de energia. No ano em que o MARL completa 10 anos, a gestão liderada por Rui Serôdio conduzirá a empresa ao seu primeiro ano de lucros. Uma aposta também valorizada em termos de imagem. “Nós já tínhamos visitas de todo o mundo para verem a plataforma logística e agro-alimentar, agora temos outras pessoas de todo o mundo que vêem visitar a central solar fotovoltaica”.
A MARL ENERGIA produz mais de 6 MW de energia que injecta na rede da EDP. É suficiente para abastecer 3 mil habitações, sustentando as necessidades anuais de mais de 12 mil pessoas.
O pioneirismo do projecto MARL ENERGIA ajuda a colocar Portugal na vanguarda europeia da utilização de fontes de energias renováveis. Aposta na responsabilidade social (deu emprego a 100 pessoas) e sobretudo na sustentabilidade ambiental, contribuindo com mais de 7 mil toneladas de redução das emissões de carbono para a atmosfera.
O caminho para esta nova Era Energética, terá a sua próxima etapa em Copenhaga de 7 a 18 de Dezembro.

José Sócrates inaugura a Marl Energia





Um momento de boa disposição entre Ângelo Correia, José Socrates e Rui Proença



( In- Lápis lazuli www.lapislazuli.pt/

23/11/2009

Adeus a um Amigo


Pela sua frontalidade e generosidade de homem de direita…

Muitos foram os amigos na despedida. Os seus escritos e a sua intervenção cívica ficará entre nós para sempre.
Nunca há um último adeus ao Jorge Ferreira sempre amigo. – À família chorosa sentidos pêsames.
J/cV

09/11/2009

UM MINUTO de Silêncio



Trabalhadores Portugueses da Construção Civil morrem em Espanha.

Hoje, dia 8 de Novembro em sessão de trabalho sindical da (Corrente Sindical Socialista) CSS da CGTP-IN , fizemos um minuto de silêncio pela sua perda...
E agora ??? Agora haverá inquérito à negligencia ou não do dono de obra, ou empreiteiros envolvidos ...
É triste, e assim se vai morrendo a trabalhar longe da terra mãe.
... Hoje choramos a perda de mais cinco ...
LISBOA - Hotel Zurique
Mais acções, Consulte AQUI:- http://www.conferencia-sindical.blogspot.com/
e AQUI http://corrente-css.blogspot.com/
J/cV